Uma coisa que sempre me deixa intrigada são as atitudes das pessoas em convívio social.
Eu entendo que todos encaram um persona quando saem de casa, vestem uma capa e vão para mais um dia de luta, mas então eu começo refletir
Sobre esse persona:
Persona (do latim persona), na psicologia analítica (Jung), é dado o nome de persona à função psíquica relacional voltada ao mundo externo, na busca de adaptação social.
Muitas vezes quando saímos para fora, colocando-nos dos nossos personas, acabamos esquecendo quem somos, mudamos, colocamos um personagem de uma tal forma que ele domina nossas vidas, e muitas vezes não conseguimos segurar isso por um longo tempo, ficamos malucos por dentro.
Persona, no MEU conceito, não é isso, não são máscaras, são controles. Ta, que todos tem um grande homem primata dentro de si, certo? Um troglodita pronto a guerrear. E é nisso que trabalhamos, controlamos nossas reações, nossos sentimentos, seguramos opiniões que não são bem-vindas, não descontamos stress,etc. Isso, CONTROLE.
Se estiver errada, não importa, é isso que eu quero. Só aprender a me controlar. Mas no resto, serei eu mesma, como continuo sendo.
Eu não mudei, eu não mudo, já tentei e optei por desistir disso, não suportei nem por 1 dia por todas as milhões de vezes que fiz isso. Nasci para mostrar quem sou, errando ou não, é assim que sou.
Me arrependo de uma conversa que tive com uma pessoa mais velha, casada e com seus filhos da minha idade, conversávamos sobre máscaras, e eu disse que uma máscara havia caído e acabei descobrindo que na verdade era uma fantasia inteira, ele disse que todos temos máscaras, eu concordei, e por dentro gritando, descordava. Me arrependo até hoje por não ter dito o quanto eu não apoio/acredito em máscaras. Talvez faria ele refletir, talvez não.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Arte de seduzir
Continuando a saga da solteirice, o curso é uma ótima pedida para quem fica fora do ‘mercado’ por um longo tempo como eu, porque NE, pessoas recém-solteiras sofrem tanto.
Ás vezes está eu lá, linda, morena e brasileira, quando vejo um belo homem e penso, é agora, vou tentar seduzir: Murcho a barriga, empino a bunda, estufo o peito e jogo o cabelo (leia-se estufo a barriga, calça começa a cair, nessa de jogar o cabelo entra metade na boca e quando penso em estufar o peito, já tropecei).
Ou seja, NE.
Ás vezes está eu lá, linda, morena e brasileira, quando vejo um belo homem e penso, é agora, vou tentar seduzir: Murcho a barriga, empino a bunda, estufo o peito e jogo o cabelo (leia-se estufo a barriga, calça começa a cair, nessa de jogar o cabelo entra metade na boca e quando penso em estufar o peito, já tropecei).
Ou seja, NE.
Ah, como sei seduzir!
- Quer um doce coração?
Um olhar de quem não entendeu.
- O QUEE??!!! UM DOCE DE CORAÇÃO??!! =O
Ou seja, preciso procurar um curso de como ser uma boa solteira.
Um olhar de quem não entendeu.
- O QUEE??!!! UM DOCE DE CORAÇÃO??!! =O
Ou seja, preciso procurar um curso de como ser uma boa solteira.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Ouvimos tanto o que nos dizem, nos criticam que esquecemos quem somos.
Nos conhecemos, ou pelo menos temos uma noção de com quem lidamos 24 hrs por dia até o último dia da nossa vida.
Até sabemos de nossas qualidades, que podemos fazer nosso sonho acontecer. Aquele, que não passa de um objetivo – distante, abstrato – vivemos a base de metas, nossos dias tomados por submetas. E deixamos de acreditar no distante. Deixamos de acreditar em nós, em nossos sonhos.
É uma coisa: alguém vem e lhe diz que seu cabelo não esta bonito, quando na verdade você esta amando ele.
Alguém diz que você não é capaz. Capaz de ser líder, capaz de viver sozinho, ou capaz de ter um relacionamento. Dizem para você que é estúpido demais, quando isso faz parte de você, involuntariamente. Te criticam pelos teus defeitos, e esquecem a infinidade de qualidades que você tem.
Enfim, nessa onda de coisas que ficam tentando lhe afundar durante o tempo todo, faz você esquecer de quem você é. Não se lembra mais, um corpo estranho dentro de você. Acaba se tornando alguém controlado pelo ambiente ao redor.
Esse é o erro e por isso a sociedade parece um grupo insano de robôs se locomovendo e dizendo á respeito das suas idéias, essas que são todas iguais. Todo mundo quer ser bonito, todo mundo é artificial, todo mundo usa xadrez.
Cadê as diferenças? Cadê o respeito a elas? Sinto falta até das pessoas naturalmente feias. Sinto falta da naturalidade. Sinto falta dos bons amigos.
Enfim, o mundo esta tão banal. :/
Nos conhecemos, ou pelo menos temos uma noção de com quem lidamos 24 hrs por dia até o último dia da nossa vida.
Até sabemos de nossas qualidades, que podemos fazer nosso sonho acontecer. Aquele, que não passa de um objetivo – distante, abstrato – vivemos a base de metas, nossos dias tomados por submetas. E deixamos de acreditar no distante. Deixamos de acreditar em nós, em nossos sonhos.
É uma coisa: alguém vem e lhe diz que seu cabelo não esta bonito, quando na verdade você esta amando ele.
Alguém diz que você não é capaz. Capaz de ser líder, capaz de viver sozinho, ou capaz de ter um relacionamento. Dizem para você que é estúpido demais, quando isso faz parte de você, involuntariamente. Te criticam pelos teus defeitos, e esquecem a infinidade de qualidades que você tem.
Enfim, nessa onda de coisas que ficam tentando lhe afundar durante o tempo todo, faz você esquecer de quem você é. Não se lembra mais, um corpo estranho dentro de você. Acaba se tornando alguém controlado pelo ambiente ao redor.
Esse é o erro e por isso a sociedade parece um grupo insano de robôs se locomovendo e dizendo á respeito das suas idéias, essas que são todas iguais. Todo mundo quer ser bonito, todo mundo é artificial, todo mundo usa xadrez.
Cadê as diferenças? Cadê o respeito a elas? Sinto falta até das pessoas naturalmente feias. Sinto falta da naturalidade. Sinto falta dos bons amigos.
Enfim, o mundo esta tão banal. :/
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